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8.11.12

Escrita por medida em língua portuguesa - um serviço que faltava!


- Querem escrever o texto para os vossos convites e não conseguem pensar em algo original e que tenha que ver convosco?

- Combinaram escrever votos para ler em voz alta e não vêem forma de passar para o papel aquilo que verdadeiramente sentem?

- São padrinhos de casamento e ainda não descobriram uma forma simultaneamente divertida, emotiva e elegante para discursarem?

- Querem enviar uma carta importante e precisam de ajuda para estruturar as ideias?

- Gostariam de enviar um ramo de flores com uma dedicatória e estão sem inspiração?

e ainda…

- Precisam de escrever um texto para um blog e as ideias não surgem?


Pois é, surgiu agora uma solução fantástica para tudo isso!
A Marta Ramos, editora da Zankyou Magazine, criou o projecto Costureira de Palavras, que se compromete a contar as vossas histórias e a escrever de forma criativa, articulada e totalmente personalizada tudo aquilo que os clientes pretenderem.

No site da Costureira de Palavras podem ler:
"Posso não saber pregar um botão, mas consigo descrever epicamente o acto de pregar um botão. A palavra é o meu trabalho, o meu lazer, o meu caminho; este é o meu diário de bordo."

Conheci a Marta quando me tornei guest blogger da Zankyou Magazine, e a partir desse momento passei a acompanhar de perto o seu trabalho e a admirá-la imenso como profissional e como pessoa. A sua competência é incrível, e age sempre com um misto de profissionalismo e de simpatia. Sempre com muita sensibilidade e muitas ideias novas, escreve como ninguém e tem o dom de traduzir em palavras exactamente aquilo que os outros pretendem dizer.

Fico muito contente por ver que agora existe um serviço deste tipo em Portugal e, claro, por saber que não haveria pessoa mais indicada para o desempenhar!

Podem ver todas as informações no site, incluindo o portefólio e as formas de contactar a Costureira de Palavras.

19.10.11

Coisas que me fazem confusão

Penso que já falei sobre isto antes, mas não faz mal: incomoda-me que algumas pessoas corrijam outras dizendo algo errado. E incomoda-me mais ainda que o façam tendo à sua disposição fontes de informação fidedignas, o que tenho percebido que acontece com alguma frequência.

Para além disso, não gosto mesmo nada quando se critica os outros por dizerem palavras erradas, sendo essas palavras (ou essas formas de as dizer) meras variações dependentes da região onde se mora. Mostra uma ignorância muito grande.

18.6.11

Coisas parvas de sábado à tarde

Tenho lido tantas vezes "as coisas QUE gosto" (não no sentido de "as coisas que gosto [de fazer]", por exemplo), que acho que começo a pensar que essa é a forma correcta.

Se dizemos "eu gosto Destas coisas", não deveremos dizer "as coisas DE QUE eu gosto"??

8.4.11

Palavras que não gosto de ler


Às vezes tenho vontade de escrever uns posts assim sem grande sentido… apenas para desabafar :p

Desta vez, vou dizer uma série de palavras que não gosto de ler:

- low-coast
- wierd
- corgete / courgette (eu sei que a 2a está correcta, mas há tradução para português)
- fúscia
- CD's , DJ's , post's, …
- houveram / haviam (não sendo verbo auxiliar)
- glamouroso
- voltar a repetir (quando apenas se repete 1 vez)

E, já agora, uma que eu escrevo sempre mal se não estiver atenta:

- bróculos (devo confundir com óculos :p )

20.1.11

Dúvida gramatical

Eu sei que este assunto não tem nada a ver com o tema do blog, mas já ando há imenso tempo para esclarecer uma dúvida.

Digam-me por favor qual das frases está correcta em cada par:

- Aqui em casa fazem-se muitos bolos.
- Aqui em casa faz-se muitos bolos.

- Na minha escola ouvem-se boas músicas.
- Na minha escola ouve-se boas músicas.

- Fazem-se apostas relativamente a quem vai ganhar.
- Faz-se apostas relativamente a quem vai ganhar.

- Fazem-se cruzinhas para responder a perguntas.
- Faz-se cruzinhas para responder a perguntas.

- Vendem-se apartamentos.
- Vende-se apartamentos.

- Para se fazerem contas, é preciso uma máquina de calcular.
- Para se fazer contas, é preciso uma máquina de calcular.

- Quando se comem muitas guloseimas, a saúde sai prejudicada.
- Quando se come muitas guloseimas, a saúde sai prejudicada.


____________

Confesso que fico com um nó na cabeça de cada vez que penso nisto, e gostaria de esclarecer de uma vez por todas.

Ajudam-me?

13.7.10

Vale a pena ler...

... dois posts acerca do Novo Acordo Ortográfico, no blog Mãe Preocupada:

http://maepreocupada.blogspot.com/2010/07/acordo.html

http://maepreocupada.blogspot.com/2010/07/e-os-desacordos.html


Apesar de algumas palavras ainda me fazerem confusão e por isso ainda não ter tido coragem para começar a escrever segundo as normas do acordo, concordo com o que é dito nestes posts.

Acho mesmo que vale a pena ler!

23.4.10

Escrever bem


Acho esta 'moda' dos blogs muito positiva no que diz respeito à escrita e à leitura. De uma forma lúdica, as pessoas em geral escrevem mais e lêem mais.
E eu adoro poder ter acesso a textos bem escritos que de outra forma não seriam publicados.
No entanto, há também o outro lado da questão: é possível perceber que há muita gente - com formação - que dá imensos erros.
Claro que também eu posso dar erros (e, nesse caso, agradeço que me corrijam), sobretudo agora com o acordo ortográfico, que tenho evitado usar por ainda não ter memorizado todas as regras. E também admito que, no blog, opto por usar uma sintaxe menos 'correcta' para evitar transmitir uma formalidade que não existe.
Mas, quando falo em erros, refiro-me aos 'erros de base'. Já nem falo da utilização de apóstrofo para indicar o plural ("post's", "CD's", ...), nem do "obrigado" dito por uma mulher, nem de certos lapsos esporádicos. Falo de palavras como "fize-se", "fizes-te", "galardo-ou", "comesse-mos", "à [muitos anos]", "haviam [muitas casas]", "tratar-mos". Quando leio algo assim, confesso que fico triste. Mas fico ainda mais triste quando percebo qual é o nível de formação e/ou a profissão da pessoa que escreveu e, consequentemente, qual é o impacto que pode ter na aprendizagem de outras pessoas.
Como de certeza que na escola aprenderam a conjugar os verbos correctamente, parece-me que é mais uma questão de distracção e, infelizmente, de desrespeito pela língua.

Ninguém pede que se perca horas a escrever um post, nem que se perca a naturalidade naquilo que se diz.
Apenas se pede um bocadinho mais de atenção ;)
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